Vinícius Paleari
São Paulo (Brasil)

Ádria Rocha Santos
Ádria, deficiente visual da classe T11, teve sua primeira participação paraolímpica em Seul, com apenas 14 anos. Naquela ocasião conquistou duas medalhas de prata, nos 100 e 400 m rasos, então a jovem revelação já dava sinais do nível que iria atingir anos mais tarde. E não deu outra. Na sequência, a brasileira venceu os 100 m rasos nos Jogos de Barcelona, troxe três medalhas de prata de Atlanta - 100, 200 e 400 m -, e subiu ao lugar mais alto do pódio nas provas mais rápidas da modalidade em Sidney- 100 e 200 m- , além de ganhar a prata nos 400 m. Por fim, esteve em mais três pódios na Paraolimpíada de Atenas, ouro nos 100m e prata nos 200 e 400m.
Hoje, aos 34 anos, maior medalhista nacional na história dos Jogos e recordista mundial dos 200 m chega a Pequim candidata a medalha nas provas que a consagraram.
Roseane Ferreira dos Santos
"Rosinha" foi vítima de um atropelamento e perdeu sua perna esquerda. Anos mais tarde ela encontraria no esporte uma saída para uma vida vencedora. "O esporte me ajudou em tudo, a ter mais saúde e garra para lutar na vida", diz ela.
O técnico Francisco Raimundo Matias foi o responsável pela dedicação da pernambunaca que não decepcinou e já na primeira Paraolímpíada - Sidney - conquistou duas medalhas de ouro - arremesso de peso e lançamento de disco -, e estabaleceu dois recordes mundiais. Em Atenas a brasileira foi reclassifacada e competiu com atletas de classes que levavam vantagem. O resultado foi um recorde mundial no lançamento de disco na classe F58 (de origem), mas uma modesta 5ª colocação, já que as competidoras também perteciam as classes F55/56/57.
Aos 37 anos, Roseane chega focada a sua 3ª paraolimpíada e almeja trazer medalhas para o país.
Terezinha Guilhermina
Com quase 30 anos e uma paraolimpíada no currículo, Guilhermina chega a Pequim como a mulher mais rápida do mundo na categoria T11. Na sua primeira participação, em Atenas, conquistou "apenas" um bronze nos 800 m rasos, porém hoje detém o recorde mundial dos 100 e 400 rasos na sua categoria. Segundo o site do CPB, uma de suass metas é bater o recorde mundial dos 200m.
Antônio Tenório
Judoca de 30 anos, pertencente a classe B1 (para cegos totais) e tricampeão paraolímpico, Tenório chegará a Pequim com o objetivo de conquistar sua quarta medalha de ouro seguida nos Jogos. O atleta ainda tem no currículo o título mundial, em 2006, e para-panamericano, em 2007, conquistas que aumentam as expectativas para uma excelente participação nesta edição.

André Brasil Esteves
Esteves começou tarde no esporte paraolímpico, apenas em 2005 e por ter assistido a edição de Atenas. Dono de 6 recordes mundiais na classe S10 na atualidade, o brasileiro irá disputar 8 provas em Pequim e também após os excelente resultados no Para-pan do Rio de Janeiro, deve confirmar a posição de favorito em Pequim.
Daniel de Faria Dias
Revelação brasileira de apenas 20 anos de idade, Dias é detentor do recorde mundial nas provas de 100m e 200m livre, 100m costa e 200m medley em sua classe funcional. Além disso, conquistou 8 medalhas de ouro no Para-pan do Rio de janeiro em 2007. Chega a Pequim como grande aposta do Comitê Paraolímpico Brasileiro.
Clodoaldo Francisco da Silva
Maior nome do esporte paraolímpico nacional com seis medalhas de ouro e uma de prata em Atenas, Clodoaldo está sendo reclassificado para as disputas em Pequim. O detentor de diversos recordes mundiais protestou a decisão do Comitê Paraolímpico Internacional e agora aguarda a nova declaração. De qualquer forma, o brasileiro alegou que terá chances de medalha independente da classe que estiver.

Fabiana Harumi Sugimori
Atual Bicampeã paraolímpica dos 50 m livre da classe S1 (cegos totais), além de recordista mundial, Sugimory, 28, é o maior nome do país em provas de velocidade na natação feminina. A atleta tentará sagrar-se tricampeã em Pequim.

Fontes: Globo Esporte; IstoÈ;






Um comentário:
e viva as diferenças!
eu admiro MUITO esses paraolímpicos..
estou na torcida!
um beijo vi
te amoooooo.
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