Brasil busca 16º título
Com força máxima, brasileiras tentam classificação para a Copa dos Campeões
Vinícius Paleari
São Paulo (Brasil)
A seleção brasileira feminina de vôlei inicia nesta quarta-feira no ginásio Tesourinha, em Porto Alegre, a disputa do 28º campeonato sul-americano de vôlei. A equipe, que busca seu 16º título, terá o Paraguai como primeiro adversário da competição, às 19h30 (horário de Brasília).
Comandado por José Roberto Guimarães, o time será composto por Paula Pequeno, Sassá, Mari e Natália na ponta; Thaísa, Carol Gattaz e Adenizia no meio; Sheilla e Joycinha na saída; as levantadoras Dani Lins e Ana Tiemi; e as líberos Fabi e Camila Brait.
O Brasil busca o 8º título sul-americano seguido, já que não perde a competição desde 1995. Naquela ocasião, foi a última vez que o campeonato foi realizado no país. Essa também poderá ser a 9ª medalha de ouro seguida da equipe verde-amarela, que desde o Grand Prix 2008 não sabe o que é perder uma decisão.
Após enfrentar o Paraguai, as atuais campeãs olímpicas, que estão no grupo A, ainda enfrentam a Argentina e o Uruguai. No grupo B estão Peru, Colômbia, Chile e Venezuela. Os dois melhores colocados de cada chave se classificam à semifinal.
Além do título sul-americano, as octacampeãs do Grand Prix buscam também uma vaga na Copa dos Campeões. A competição, que tem como atual campeão o Brasil, será disputada em novembro no Japão e contará com as campeãs continentais.
"Queremos garantir a vaga para a Copa dos Campeões, que será importante para que as jogadoras da nova geração da seleção possam enfrentar as melhores seleções do mundo, mas não nos consideramos de antemão os favoritos. O favoritismo se vê em quadra", afirma o técnico brasileiro, José Roberto Guimarães.
Declaração: Uol Esporte
Pressionada, a equipe brasileira não tinha outra saída a não ser crescer em campo. E cresceu. Aos 23min, Alan Kardec abriu o placar de cabeça, na cobrança de um escanteio. Na sequência, um contra-ataque finalizado por Giuliano, fez 2 a 0 para a seleção verde-amerela.
"É emocionante estar na seleção. É uma conquista e tanto chegar a essa idade e ainda ser uma peça útil para o time brasileiro. Estou feliz com mais essa oportunidade e a disposição para ajudar no que precisar, pois quando entro em um projeto, é de cabeça, disse Alessandra.










